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PORTIFÓLIO


Lançamento do EP Do Campo Pra Rua
O projeto musical Do Campo Pra Rua é o trabalho de estréia do artista
musical Adam Gerônimo. Contendo cinco faixas autorais, o EP aborda as paisagens sonoras do Pampa e da Fronteira (Santana do Livramento e Rivera) misturadas com os ritmos universais do Hip-hop e do Afrobeat.
Em sua poética, o artista explorou sensívelmente a relação do bioma Pampa com a mulher pampeana na premiada canção “A Pampa”, com participação especial de Geise Oliveira; Manifestou sua identidade latino-americana, gaúcha, brasileira e fronteiriça em “Retomada”; Conceituou e afirmou o projeto na composição “Do Campo Pra Rua” que transita por vários ambientes musicais em uma única faixa; Demonstrou coragem e engajamento sociopolítico no rap com milonga “O Corre”; e exaltou a fronteira em que vive com “Vis a Vis”, participação especial da cantora e
compositora Luiza Morais.
O trabalho conta com produção musical de Adam Gerônimo e do rapper e
produtor musical porto-alegrense Jay-Gueto, que também é engenheiro de áudio das cinco faixas. A captação dos instrumentos e das vozes é de Andrews Ávila na Science Lab. O acordeonista Matheus Santos é responsável pela gravação e arranjo dos acordeons das canções “A Pampa”, “Retomada” e “Do Campo Pra Rua”. O violão solo de “Retomada” é do cantor e compositor nativista Ricardo Coelho. A percussão de “Vis a Vis” é do músico, professor e multi-instrumentista Diego Árias.
Na parte visual do projeto. A produção audiovisual foi da VOE Filmes. A
direção de fotografia foi de Rafael Erthal e Andressa Cristiely. A direção de arte, o design gráfico e a co-produção são de Geise Oliveira. A foto da capa do disco é de Heloisa Pereira.
musical Adam Gerônimo. Contendo cinco faixas autorais, o EP aborda as paisagens sonoras do Pampa e da Fronteira (Santana do Livramento e Rivera) misturadas com os ritmos universais do Hip-hop e do Afrobeat.
Em sua poética, o artista explorou sensívelmente a relação do bioma Pampa com a mulher pampeana na premiada canção “A Pampa”, com participação especial de Geise Oliveira; Manifestou sua identidade latino-americana, gaúcha, brasileira e fronteiriça em “Retomada”; Conceituou e afirmou o projeto na composição “Do Campo Pra Rua” que transita por vários ambientes musicais em uma única faixa; Demonstrou coragem e engajamento sociopolítico no rap com milonga “O Corre”; e exaltou a fronteira em que vive com “Vis a Vis”, participação especial da cantora e
compositora Luiza Morais.
O trabalho conta com produção musical de Adam Gerônimo e do rapper e
produtor musical porto-alegrense Jay-Gueto, que também é engenheiro de áudio das cinco faixas. A captação dos instrumentos e das vozes é de Andrews Ávila na Science Lab. O acordeonista Matheus Santos é responsável pela gravação e arranjo dos acordeons das canções “A Pampa”, “Retomada” e “Do Campo Pra Rua”. O violão solo de “Retomada” é do cantor e compositor nativista Ricardo Coelho. A percussão de “Vis a Vis” é do músico, professor e multi-instrumentista Diego Árias.
Na parte visual do projeto. A produção audiovisual foi da VOE Filmes. A
direção de fotografia foi de Rafael Erthal e Andressa Cristiely. A direção de arte, o design gráfico e a co-produção são de Geise Oliveira. A foto da capa do disco é de Heloisa Pereira.


Tropicalismo Xucro no Choriceva 2026
A apresentação Tropicalismo Xucro é resultado da seleção do artista Adam Gerônimo para tocar na 15ª edição do Choriceva, festa binacional da cerveja artesanal e choripan. Com um repertório quase totalmente autoral, o concerto costurou temáticas sobre identidade, ambiente, reflexões contemporâneas e território com uma sonoridade que fundiu rock alternativo, hip-hop, música regional gaúcha e música brasileira.
No palco, Adam Gerônimo cantou algumas de suas músicas autorais inéditas, quatro das faixas que compõem o projeto Do Campo Pra Rua e releituras de clássicos do cancioneiro gaúcho, brasileiro e latino-americano, como Frontera de Sergio Rojas, Vento Negro de José Fogaça, Herdeiro da Pampa Pobre de Vaine Darde e Gaúcho da Fronteira e Para Lennon e McCartney de Lô Borges.
Acompanharam o artista, sua banda integrada por Andrews Ávila na bateria, Humberto de Pelegrini na guitarra e Lucas Rangel no baixo. A apresentação durou cerca de 45 minutos e aqueceu a noite do evento. Os registros do show são de Geise Oliveira.
No palco, Adam Gerônimo cantou algumas de suas músicas autorais inéditas, quatro das faixas que compõem o projeto Do Campo Pra Rua e releituras de clássicos do cancioneiro gaúcho, brasileiro e latino-americano, como Frontera de Sergio Rojas, Vento Negro de José Fogaça, Herdeiro da Pampa Pobre de Vaine Darde e Gaúcho da Fronteira e Para Lennon e McCartney de Lô Borges.
Acompanharam o artista, sua banda integrada por Andrews Ávila na bateria, Humberto de Pelegrini na guitarra e Lucas Rangel no baixo. A apresentação durou cerca de 45 minutos e aqueceu a noite do evento. Os registros do show são de Geise Oliveira.


Premiação de Melhor Arranjo e 3º Lugar no Festival Alegretense da Canção (2025)
Em novembro de 2025, Gerônimo teve duas composições selecionadas para o FAC 2025. As músicas Paragua (em co-autoria com Humberto de Pellegrini) e A Pampa foram defendidas na segunda noite do evento. A Pampa foi para a final conquistando o troféu de melhor arranjo e 3º lugar geral.


Projeto Do Campo Pra Rua
Contemplado pelo Edital 02/2024 da Política Nacional Aldir Blanc de Santana do Livramento. É um EP de cinco canções autorais que busca fundir rap com ritmos regionais gaúchos. Começou a ser executado em julho de 2025 e deve ser lançado em maio de 2026. Nessa proposta, o artista explora uma poética ligada a território, pertencimento, identidade e engajamento sociopolítico.
Na vida contemporânea, não há cidade sem o que é produzido no campo. Assim como não há rural sem as técnicas desenvolvidas pela cidade. Este projeto explora musicalmente as fendas conceituais, ideológicas e subjetivas das várias formas possíveis de viver o campo e a cidade.
No interior do Rio Grande do Sul, essa dicotomia é dissolvida pelas periferias: um pouco urbanas, um pouco rurais. Adam Gerônimo é fluente desse contexto.
É dessa confluência que nasce o projeto Do Campo Pra Rua. Buscando atingir uma sonoridade própria que revele a mistura da música da campanha com a música urbana.
Ainda em andamento, este trabalho deve ser lançado em maio de 2026.
Além de Adam Gerônimo, integram a equipe do projeto: Geise Oliveira, designer e diretora de arte; VOE Filmes; produção audiovisual e direção de fotografia; e Jay-Gueto, produção musical e engenharia de áudio.
Na vida contemporânea, não há cidade sem o que é produzido no campo. Assim como não há rural sem as técnicas desenvolvidas pela cidade. Este projeto explora musicalmente as fendas conceituais, ideológicas e subjetivas das várias formas possíveis de viver o campo e a cidade.
No interior do Rio Grande do Sul, essa dicotomia é dissolvida pelas periferias: um pouco urbanas, um pouco rurais. Adam Gerônimo é fluente desse contexto.
É dessa confluência que nasce o projeto Do Campo Pra Rua. Buscando atingir uma sonoridade própria que revele a mistura da música da campanha com a música urbana.
Ainda em andamento, este trabalho deve ser lançado em maio de 2026.
Além de Adam Gerônimo, integram a equipe do projeto: Geise Oliveira, designer e diretora de arte; VOE Filmes; produção audiovisual e direção de fotografia; e Jay-Gueto, produção musical e engenharia de áudio.


Museu da Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul
Em maio de 2024, o artista foi selecionado através do programa “Vem Pro Museu” do Museu do Hip Hop do Rio Grande do Sul para fazer parte com uma canção autoral de uma coletânea de músicas com artistas de todo o Estado. Em fevereiro de 2025 ocorreu a gravação da canção no estúdio DJ ONLY JAY do Museu, obtendo destaque no Jornal A Plateia pelo feito cultural.


Prêmio Trajetória Cultural
Em dezembro de 2024, Adam Gerônimo foi contemplado com o Prêmio por Trajetória Cultural da Lei Paulo Gustavo de Santana do Livramento - RS através do edital 01/2024.
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